“Não queremos greve. Queremos paz”, garante representante da PM
O Novo Estatuto, a Nova Lei de Organização Básica, o Código de Ética e a Proposta de Remuneração por Subsídio são os pontos que serão apresentados, caso o governose manifeste antes da assembleia. Todas as associações representativas da categoria participarão do encontro.
De acordo com o vereador Marco Prisco (PSDB), diretor-geral da Associação dos Policiais e Bombeiros do Estado da Bahia (Aspra-BA), o problema hoje (14), faltando uma semana para o encontro, é que o governo ainda não se posicionou sobre os pontos apresentados.
Por isso, segundo ele, que foi pensada e será lançada a campanha: “Não queremos greve. Queremos paz”. O slogan, de acordo com o representante da Aspra, reflete o desejo dos policiais de diálogo em um ano que será marcado pela Copa do Mundo de futebol, onde a Bahia receberá seis partidas do evento no mês de junho.
A última greve da PM baiana durou 12 dias – entre os dias 1° e 11 de fevereiro de 2012. Durante o período, foram registrados 180 homicídios na capital baiana. De acordo com o levantamento divulgado pelo governo estadual, o número de assassinatos registrados no período é 156% superior ao mesmo período anterior.
O dia com maior índice de violência foi a sexta-feira (3), com 31 mortes. A média de mortes no período foi de 16 assassinatos enquanto, antes da greve, a média era de seis, ainda segundo os números divulgados pelo Estado.
Publicada no dia 13 de março de 2014, às 10h48
Nenhum comentário:
Postar um comentário